"Estamos a trabalhar [referindo-se às câmaras de Porto e Gaia] em velocidade de cruzeiro. A minha expectativa é que Eduardo Vítor Rodrigues será possível até final de 2020 lançar a obra", disse aos jornalistas Eduardo Vítor Rodrigues, à margem da apresentação da revisão orçamental que esta tarde foi aprovada por maioria na reunião de câmara, com os votos favoráveis do PS e a abstenção do PSD.

O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, revelou que “neste momento estão a ser feitos estudos sobre a ponte, sobre a obra de arte propriamente dita, bem como estudos de tráfego”, esses da responsabilidade da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e “avanços no desenho dos acessos”.

"No Porto, os acessos estão relativamente estabilizados. Em Gaia partimos para um território praticamente virgem. Há necessidade de desenhar o território de raiz", descreveu o autarca.

Eduardo Vítor Rodrigues adiantou que o que se está a tentar é ver todas as soluções que viabilizem que os acessos criem capacidade construtiva para garantir aos proprietários que não há expropriações.

"O diálogo que tem sido estabelecido é muito positivo. Quem cede terrenos para a construção da ponte sabe que está a ceder com a contrapartida de que vai ganhar frente de construção", acrescentou.

As câmaras do Porto e de Vila Nova de Gaia anunciaram em 12 de abril do ano passado a construção de uma nova ponte sobre o rio Douro, um projeto inteiramente financiado pelas duas autarquias.

Em causa uma ponte batizada como D. António Francisco dos Santos, em homenagem ao bispo que morreu em setembro do ano passado.

A travessia vai unir os dois concelhos entre Oliveira do Douro, em Gaia, e a zona de Campanhã, no Porto.

A nova ponte tem um custo estimado de 12 milhões de euros.

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