A campanha, centrada especialmente em países que mantêm um elevado número de fumadores (Estados Unidos, México, China, Brasil ou Alemanha, entre outros), vai promover a criação em redes sociais de comunidades de pessoas que estão a abandonar o hábito de fumar, para que se apoiem mutuamente nesse desafio e partilhem informações.

Outro dos objetivos é aumentar o acesso a serviços de apoio para deixar de fumar e “consciencializar sobre as táticas usadas pelas empresas tabaqueiras”, disse a OMS em comunicado.

A campanha conta com a participação da aplicação WhatsApp e várias multinacionais como a Google, Amazon, Facebook ou Johnson & Johnson, entre outros.

No mundo, cerca de 780 milhões de pessoas afirmam querer deixar de fumar, mas apenas 30% delas têm acesso às ferramentas que podem ajudá-las a conseguir este objetivo, sublinha a OMS, que espera com esta campanha aumentar a disponibilidade destas ferramentas.

Devido à pandemia de covid-19, uma doença que pode ser mais grave para fumadores com doenças respiratórias crónicas, tem aumentado o número de pessoas interessadas em abandonar este hábito, segundo a OMS.

“Fumar mata oito milhões de pessoas por ano, mas se os fumadores ainda precisam de mais motivos para deixar este hábito, a pandemia tem sido um verdadeiro incentivo”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no lançamento da campanha.

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