A ONG Golos, especializada na vigilância das eleições e que tem no seu ‘site’ um “mapa das fraudes”, deu conta de 1.839 irregularidades até às 11:00 (mesma hora em Lisboa), como votações múltiplas ou entraves ao trabalho dos observadores.

A Golos disse ter recebido informações sobre empregadores e universidades que obrigaram trabalhadores e estudantes a votarem no seu local de trabalho ou estudo, em vez do domicílio, para “controlar a sua participação no escrutínio”.

O movimento do principal opositor do Kremlin, Alexei Navalny, que afirma ter destacado mais de 33.000 observadores para as assembleias de voto, também divulgou centenas de casos de fraude, principalmente em Moscovo e na região da capital, em São Petersburgo e em Basquíria.

Navalny divulgou na rede social ‘Twitter’ um vídeo que disse mostrar uma urna cheia de votos falsos numa assembleia de voto no extremo-oriente do país, caso que a Comissão Eleitoral prometeu investigar.

Alguns observadores do seu movimento denunciaram impedimentos ao seu trabalho.

Militantes da oposição também referiram que alguns eleitores foram levados de autocarro pela polícia até assembleias de voto, enquanto outros receberam cupões de desconto por terem ido votar.

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