Em comunicado enviado às redações, a Ordem dos Médicos deixa um conjunto de seis recomendações que resultaram de  uma reunião extraordinária com o objetivo de analisar a atual situação epidemiológica nacional e internacional.

O Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos para a covid-19 recomenda que se equacione a utilização da máscara facial "em espaços públicos abertos e de acordo com a avaliação do risco local", sem prejuízo "da adoção das outras medidas de prevenção da transmissão e contribuindo para a proteção de outros vírus respiratórios".

À RTP3, António Dinis, pneumologista e membro do Gabinete de Crise, sublinha que esta é uma recomendação que visa a discussão para situações de "grandes aglomerados de pessoas". "Não estamos a considerar a obrigatoriedade", garante.

Recorde-se que desde o início de agosto tal já é obrigatório na Região Autónoma da Madeira. A medida, decretada pelo Governo Regional, visa "todo o tipo de espaço público".

A Ordem quer também antecipar a vacinação contra a gripe e a possibilidade de prescrição em receita com validade até ao final do ano.

Nos restantes quatro pontos, a entidade quer promover a realização "precoce do teste de diagnóstico nos contactos de alto risco" de casos confirmados, "dotando as estruturas dos meios técnicos e recursos humanos necessários", e facilitar "o licenciamento, comercialização e aquisição de novos testes de diagnóstico para o SARS-CoV-2 e o vírus influenza", nomeadamente testes rápidos.

O bastonário da Ordem dos Médicos e o Gabinete de Crise sugerem ainda a elaboração de legislação específica e de normas de Saúde Pública para a realização de eventos de massas, "com critérios uniformes e coerentes".

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