Francisco disse, durante uma conferência de líderes religiosos e representantes de empresas tecnológicas, que já não é aceitável seguir apenas a lei na monitorização de conteúdos online, uma vez que a tecnologia é mais rápida que a regulação.

O Papa exigiu que as empresas assumam a responsabilidade moral de proteger os jovens do que classificou como efeitos ruinosos da pornografia no seu desenvolvimento emocional e sexual.

“Há necessidade de assegurar que os investidores e gestores continuem responsáveis, para que o bem dos menores e da sociedade não seja sacrificado ao lucro”.

Francisco dirigiu-se aos participantes na conferência “Promover a Dignidade Digital das Crianças”.

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