Numa mensagem escrita dirigida aos participantes no primeiro dia do encontro, o Papa lembrou-lhes a “obrigação moral” de colocar “o ser humano, e não a mera procura de poder ou lucro, no centro das políticas públicas”.

O chefe da Igreja Católica salientou que o Fórum proporciona um espaço onde “a vontade política e a cooperação mútua podem ser guiadas e reforçadas para superar o isolacionismo, o individualismo e a colonização ideológica que infelizmente caracteriza demasiado o debate contemporâneo”.

Francisco também incentivou os lideres mundiais e outros participantes e organizadores do Fórum a aumentarem a solidariedade com aqueles que sofrem “injustiça social e económica e cuja própria existência está ameaçada”.

Um cardeal do Vaticano está a representar o Papa Francisco na reunião que começou hoje em Davos, na Suíça.

O Fórum Económico Mundial deverá contar com cerca de 50 chefes de Estado e de Governo, incluindo o Presidente dos EUA, entre os quase três mil participantes esperados.

A 50.ª edição do fórum, que decorre até ao dia 24 de janeiro, tem entre as convidadas a ativista sueca Greta Thunberg, que será a principal oradora de um debate sobre a luta contra as alterações climáticas.

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