Após ter sido ratificado pelo parlamento de Skopje há 11 dias, o acordo greco-macedónio de 17 de junho (Acordo de Prespes) que rebatiza a pequena república balcânica vizinha em “República da Macedónia do Norte” tem de ser aprovado pelo parlamento grego (a Vouli) para entrar em vigor.

O novo nome da Macedónia suscita a oposição de partidos políticos e vastos setores da sociedade helénica, que consideram o nome Macedónia exclusivo do património histórico grego e deve ser reservado à província do norte da Grécia, onde permanece idolatrada a herança de Alexandre o Grande. No domingo uma manifestação no centro de Atenas contra o acordo, convocada por forças nacionalistas e responsáveis da igreja ortodoxa, resultou em confrontos com a polícia junto ao parlamento.

O primeiro-ministro Aléxis Tsipras, que na quarta-feira garantiu pela margem mínima um voto de confiança no parlamento devido ao contencioso sobre a Macedónia, já manifestou confiança na aprovação do Acordo de Prespes pelo parlamento por uma maioria de pelo menos 151 dos 300 deputados.

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