A atribuição da mais alta insígnia da Região Autónoma da Madeira ao ex-chefe do executivo, que governou o arquipélago durante quase quatro décadas, foi proposta pelo PSD e contou com o apoio do atual governo, liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque.

A proposta foi aprovada na comissão permanente da Assembleia Legislativa pelo PSD, PS e CDS-PP, no decurso de uma reunião a que o PCP faltou.

O Bloco de Esquerda e o Partido Trabalhista Português votaram contra e o Juntos Pelo Povo absteve-se.

"Os argumentos [para a atribuição da insígnia] baseiam-me no percurso histórico de Alberto João Jardim e nos reflexos da sua ação na nossa economia e que estão à vista de todos", afirmou Fernanda Cardoso, vice-presidente do parlamento madeirense, que presidiu à reunião da comissão permanente.

A responsável indicou que o agraciado fará uma intervenção na sessão solene de 04 de junho.

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim nasceu na Madeira há 75 anos e foi líder do PSD e presidente do Governo Regional entre 1978 e 2015, ano em que foi substituído por Miguel Albuquerque.

Fernanda Cardoso anunciou, por outro lado, as datas das sessões plenárias dos meses de maio, junho e julho, onde se destacam o debate mensal com governo no dia 29 de maio e os debates potestativos nos dias 15, 16 e 24 deste mês, propostos pelo PSD - sobre a avaliação da operacionalidade do aeroporto da Madeira; pelo CDS-PP - sobre os atrasos nos reembolsos da ADSE; e pelo PCP - relativo ao diagnóstico da saúde na Região Autónoma da Madeira.

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