Em comunicado enviado à agência Lusa, a APG/GNR refere que o colapso da cobertura criou "uma situação preocupante no que se refere ao futuro imediato do efetivo que lá presta serviço".

"A APG/GNR sublinha o facto de o sucedido não ter tido consequências mais trágicas apenas por um golpe de sorte, já que poderia ter afetado a integridade física dos profissionais" que ali prestam serviço.

A associação explica que desde 2018, tem vindo a alertar para "as precárias e preocupantes condições" daquele quartel.

Adianta mesmo que essa realidade justificou a inclusão do Posto Territorial de Vila Velha de Ródão "como muito prioritário, na lista dos locais de serviço a merecer intervenção na Lei de Programação das Infraestruturas e Equipamentos para as Forças e Serviço de Segurança do Ministério da Administração Interna (MAI)".

Os profissionais da GNR lamentam que se use como norma "correr atrás do prejuízo" e sustentam que "a morosidade dos procedimentos do projeto de execução e mesmo o atraso do seu início não é, como se constatou com este triste episódio, compatível com a urgência das situações".

Por último, esperam que a hierarquia da GNR "encete todos os esforços no sentido de ser encontrada uma solução imediata, de caráter temporário, que corresponda à emergência da situação".

Em 2020, o município de Vila Velha de Ródão apresentou ao MAI, um projeto de requalificação para o edifício e disponibilizou-se a comparticipar a obra.

A Lusa contactou, por escrito, a GNR, no sentido de esclarecer esta situação, mas ainda não obteve resposta.

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