Num comunicado, a organização comunista aponta que “a cidade de Lisboa vive hoje uma situação caótica ao nível da recolha de lixo e limpeza das ruas, que afeta negativamente o dia-a-dia de quem vive e trabalha” na capital.

Na opinião da organização, esta é uma consequência da reorganização administrativa e que é agravada em “períodos de maior produção de resíduos sólidos”.

“Ao nível dos serviços municipais transferiram-se cerca de 600 trabalhadores para as juntas de freguesia, dando-se a rutura na capacidade dos serviços de recolha dos resíduos sólidos urbanos”, frisa a estrutura.

O PCP fala também num “desinvestimento verificado há anos na frota da higiene urbana” e “deficiências ao nível da organização dos circuitos de recolha”, referindo que, “ao nível das juntas de freguesia, existe uma incapacidade premente para dar resposta à limpeza e varredura de ruas”.

Isto leva “à contratação de empresas privadas com a consequente precarização dos vínculos dos trabalhadores da área”, afirmam os comunistas de Lisboa.

Na nota divulgada hoje, o PCP sublinha que “não aceita que a resolução dos problemas hoje existentes com a recolha de lixo passe pela precarização dos vínculos dos trabalhadores da higiene urbana nas juntas de freguesia”.

A solução passaria então, na opinião desta estrutura, pela contratação de mais trabalhadores e pela classificação desta área como estruturante, para que a “Câmara Municipal de Lisboa reassuma as suas responsabilidades, voltando a prestar um serviço público de qualidade aos seus munícipes e visitantes e estabilidade e direitos laborais aos seus trabalhadores”.

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