De acordo com o The Guardian, algumas pessoas na multidão que assistia à passagem da urna de Isabel II, em Londres, precisaram de atendimento médico por desmaiarem devido ao sol que se fez sentir.

Uma mulher foi atendida por um paramédico que surgiu de bicicleta, sendo vista no chão enquanto lhe media a pressão arterial.

Outro homem desmaiou em frente ao Palácio de Westminster e foi atendido inicialmente por Rachel Quail, uma médica que acompanhava a procissão com sua filha de três meses. Mais tarde, foi visto por três paramédicos.

Policiais à paisana também estavam entre a multidão e foram vistos a questionar um homem pouco antes da procissão chegar ao seu destino. Membros do público denunciaram-no por agir de forma suspeita.

Anteriormente, o homem tinha sido abordado por polícias que disseram ao homem que ele parecia “ansioso”.

Um segundo homem também foi visto a ser interrogado e revistado pela polícia. Contudo, não há ainda mais detalhes sobre o sucedido.

O caixão de Isabel II, fechado e coberto pelo estandarte real e pela Coroa Imperial do Estado, esfera e ceptro, ficará nos próximos dias cinco dias no Salão de Westminster sobre uma plataforma elevada, conhecida como catafalco, e guardado continuamente por soldados de regimentos militares que servem o Rei.

Nos próximos dias, são esperadas milhares de pessoas para visitar o caixão e prestar a última homenagem. O salão vai estar aberto 24 horas por dia até às 06:30 de segunda-feira, data do funeral.

Foram velados neste espaço o primeiro-ministro William Gladstone (1898), os reis Eduardo VII (1910), Jorge V (1936), Jorge VI (1952) e Winston Churchill (1965).

O último membro da família real a ficar em câmara ardente no Salão de Westminster foi a Rainha Mãe, em 2002, quando cerca de 200.000 pessoas fizeram fila para ver o caixão ao longo de três dias.

O Reino Unido cumpre atualmente um período de luto nacional na sequência da morte de Isabel II, que morreu aos 96 anos em 08 de setembro, após mais de 70 anos de reinado, o mais longo da história do Reino Unido.

Após a morte da monarca, o seu filho primogénito assumiu aos 73 anos as funções de rei como Carlos III.

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