Segundo o último balanço, citado pela agência Associated Press, pela Reuters e pela BBC, morreram, pelo menos, 1000 pessoas. A grande maioria na zona oriental do país, onde o sismo se fez sentir com mais intensidade. Há também 1500 feridos a registar.

À medida que chega nova informação das zonas mais remotas do país, espera-se que os números de óbitos e feridos venha a aumentar.

"Um grave sismo abalou quatro distritos da província de Paktika, matando e ferindo centenas dos nossos compatriotas e destruindo dezenas de casas", escreveu esta manhã porta-voz adjunto do governo talibã Bilal Karimi, na rede social Twitter.

"Instamos todas as agências de ajuda humanitária a enviar equipas para a área imediatamente para evitar uma catástrofe", acrescentou Karimi.

A Bakhtar, a agência de notícias estatal, citada pela Associated Press, acrescentou que as equipas de socorro estão a socorrer as pessoas através de meios aéreos.

O diretor da Bakhtar, Abdul Wahid Rayan, escreveu na rede social Twitter que 90 casas ficaram destruídas em Paktika, onde dezenas de pessoas podem estar presas sob os escombros.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram vítimas a ser levadas para helicópteros para saírem da zona.

Hamza Azhar Salam, jornalista e fundador do The Pakistan Daily, mostrou imagens do desastre.

O departamento de meteorologia do Paquistão disse que o sismo registou uma magnitude de 6,1, tendo sido sentido na capital paquistanesa, Islamabad, e em outras zonas da província de Punjab oriental.

A agência sismológica europeia EMSC disse que o terramoto foi sentido ao longo de 500 quilómetros por 119 milhões de pessoas no Afeganistão, no Paquistão e na Índia.

O serviço geológico dos Estados Unidos (USGS) indicou que o sismo, com uma magnitude de 5,9, ocorreu a uma profundidade de dez quilómetros, pelas 04:30 TMG (05:30 em Lisboa), perto da fronteira com o Paquistão.

*Correção no números de mortos após retificação do balanço feito pela agência Reuters

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