A maior parte das vítimas foi atacada de forma intencional e quase metade das mortes ocorreram em zonas de conflito armado como Afeganistão, Burkina Faso, Nagorno-Karabakh, Gaza, Tigray ou áreas tribais no Paquistão e Somália.

O Afeganistão foi o país onde se registaram mais assassínios de jornalistas (cinco), seguido por México e Paquistão, com três vítimas cada um, segundo os dados da organização não-governamental.

“Quanto ao resto do ano, estamos particularmente preocupados com a situação dos ‘media’ no Afeganistão, e em particular com as mulheres jornalistas nesse país, devido à retirada das tropas da NATO”, afirmou o secretário-geral da organização, Blaise Lempen, em comunicado.

O número de jornalistas assassinados foi igual ao registado no mesmo período do ano passado e a organização não-governamental indicou que em 2020 o número total de vítimas foi de 92 em todo o mundo.

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