"Perguntavam-me muitas vezes se o Pizzi português era meu familiar ou se tinha alguma ligação a mim. Uma vez, há alguns anos, quando ele ainda estava a começar, cruzámo-nos numa rádio espanhola. Tenho um carinho especial por ele, por utilizar o meu nome devido a eu ter sido um ídolo para ele quando era mais novo", disse o treinador hispano-argentino.

O Pizzi ‘original’ falava aos jornalistas na conferência de imprensa de antevisão do Portugal-Chile, o primeiro duelo das meias-finais da Taça das Confederações, na Arena Kazan.

Em 2000, o ex-avançado teve uma breve passagem pelo FC Porto, tendo marcado três golos em 11 jogos, realizados na primeira metade da temporada, uma experiência que, mesmo assim, deixou saudades ao agora treinador de 49 anos.

"Foi uma excelente experiência estar em Portugal. Representei um dos melhores clubes do mundo. Estive numa cidade fantástica e fui muito bem tratado. Tive também a possibilidade de trabalhar com o Fernando Santos nessa altura. Toda gente sabe o seu currículo e é um treinador que merece o máximo respeito", referiu.

Pizzi admitiu que segue com atenção o que se passa em Portugal e deixou uma palavra às vitimas do incêndio de Pedrogão Grande, que resultou em 64 mortos e mais de 200 feridos.

"Tenho muitos amigos em Portugal. Segui a situação e aproveito para enviar as minhas condolências aos familiares das vitimas", disse.

O Portugal-Chile tem início agendado para as 21:00 (19:00 horas de Portugal) e vai arbitrado pelo iraniano Alireza Faghani.

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