“Não temos até hoje nenhum sinal que nos possa alarmar”, afirmou Augusto Santos Silva, respondendo a uma pergunta do deputado do PSD José Cesário, durante uma audição na comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.

Portugal tem uma “ameaça moderada” - está no nível quatro de ameaça terrorista, numa escala em que o 1 é o mais grave e o 5 o mais ligeiro.

“Temos de estar muito vigilantes nos diferentes domínios, como a defesa, segurança interna, regulação dos fluxos de pessoas que regressam, saem ou que visitam Portugal. Em todos esses domínios, o país está preparado para responder a esta que é a principal ameaça à segurança do mundo: terrorismo transnacional”, sublinhou.

O governante recordou que os serviços de informações tiveram um “considerável aumento” no orçamento do Estado, porque “é necessário que esse braço de segurança do Estado seja robusto”.

“Os serviços de informações trabalham no sentido de identificar a tempo os níveis, os incidentes, os riscos ou ameaças que possamos enfrentar”, mencionou.

Santos Silva ressalvou que a derrota militar do grupo radical Estado Islâmico (também conhecido como Daesh, no acrónimo em árabe) e a sua perda de território no Iraque e na Síria “não significa o fim das atividades terroristas, mas pelo contrário, pode fazer recrudescer a ameaça terrorista”.

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