"O que acontece, como aconteceu no passado, é que certamente alguém de Belém ouvirá (…) as razões dos taxistas. E aguardaremos serenamente o diploma que há de vir ou do Governo ou da Assembleia da República", vincou o chefe de Estado, que falava em Lisboa à margem de uma conferência sobre economia digital.

Na segunda-feira, dia em que os taxistas farão novo protesto na capital, mas também no Porto e em Faro, o Presidente da República estará na Suíça, em visita oficial, mas Belém não deixará de escutar os representantes do setor do táxi, garantiu Marcelo.

A marcha lenta dos taxistas, que terminou já esta madrugada, começou na segunda-feira no Parque das Nações, em Lisboa, e deveria seguir até à Assembleia da República, não avançou além da Rotunda do Relógio, onde ocorreram confrontos entre os manifestantes e a polícia.

Durante o dia, os representantes do setor reuniram-se com o Governo, mas sem que as suas pretensões fossem atendidas.

O protesto visa lutar contra a regulação, proposta pelo Governo, da atividade das plataformas de transportes de passageiros como a Uber ou a Cabify.

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