"No próximo dia 24 de janeiro, o povo português tem a oportunidade de reeleger para o segundo mandato o Presidente da República em exercício. Devemos fazê-lo", defende o grupo, considerando que Marcelo Rebelo de Sousa é o candidato que está "em melhores condições para servir Portugal nas mais altas funções do Estado e garantir a confiança, a proximidade, o equilíbrio, a independência e a solicitude que os próximos tempos – de crise ainda – vão certamente exigir".

A declaração, enviada à Lusa, é subscrita pelos antigos líderes do CDS-PP Adriano Moreira e José Ribeiro e Castro, e por vários antigos dirigentes, como António Lobo Xavier (que é também conselheiro de Estado), Narana Coissoró, Miguel Anacoreta Correia, Cruz Vilaça, José Alarcão Troni, Luís Mota Campos, João Casanova Almeida, Francisco Seabra Ferreira, António Ferreira de Lemos e Abel Baptista.

Assinam também os autarcas António Loureiro, José Pinheiro, Luís Silveira, Márcio Dinarte Fernandes e Victor Mendes.

Os centristas alertam que, além de Portugal enfrentar "uma conjuntura muito perigosa, decorrente do flagelo da pandemia" de covid-19, também "o sistema partidário mostra estar em transformação".

"Neste quadro, a reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa é a escolha que melhor assegura que Portugal disporá, na Presidência da República, de um titular à altura dos tempos difíceis e desafiadores que temos pela frente, alguém dotado da maior experiência, do exigente respeito pelo pluralismo, da mais alta inteligência, do generoso sentido de serviço público, do mais genuíno patriotismo, para ajudar o país a não deitar fora o que já foi conseguido, a retomar a senda do crescimento económico, a consolidar a democracia, a retomar o caminho do progresso social, económico e político, a prestigiar Portugal na Europa e no mundo", defendem.

O texto advoga igualmente que "as eleições presidenciais de 24 de janeiro não são uma inutilidade, nem uma brincadeira", não sendo "ocasião para aventuras, nem para indiferença".

"Todos temos o dever cívico de responder à chamada de Portugal. Todos somos chamados a convergir para a reeleição do Presidente de todos os portugueses", prossegue.

Os antigos dirigentes do CDS-PP consideram ainda que o mandato do Presidente da República "é exemplo de aberto exercício democrático", pautado por um período "sem conflitos, nem acrimónia", e que "as críticas que se fazem a aspetos do seu primeiro mandato não deslustram o fundamental", mas "mostram apenas que, em democracia, nenhum titular do Estado está isento de exame crítico e tem de explicar publicamente os seus atos e decisões, melhorando sempre onde considere dever fazê-lo".

Em meados de dezembro, e poucos dias depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter anunciado ser candidato a um segundo mandato no Palácio de Belém, o CDS decidiu, em Conselho Nacional, apoiar a candidatura do atual chefe de Estado, à semelhança do que aconteceu nas últimas eleições presidenciais.

Além de Marcelo Rebelo de Sousa, são candidatos às eleições presidenciais de 24 de janeiro Marisa Matias, André Ventura, Vitorino Silva, Tiago Mayan Gonçalves, João Ferreira e Ana Gomes.

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