O advogado de 43 anos e sua comitiva entregaram, 40 minutos antes do final do prazo, cerca de 9.000 assinaturas de cidadãos eleitores e preveem um gastar “abaixo de 40.000 euros” na sua campanha eleitoral, entre 10 e 22 de janeiro.

“Hoje é um dia histórico porque, finalmente, os portugueses vão ter a opção liberal no boletim de voto no dia 24 de janeiro para a Presidência da República. A opção liberal já existe”, exultou.

Segundo Mayan, trata-se de uma “opção absolutamente distinta de quem não se revê em populistas, em socialistas, em extremistas”.

“Apresenta uma proposta que não é de poder, mas de devolução do poder aos cidadãos”, resumiu.

O candidato presidencial apoiado pela Iniciativa Liberal mostrou-se ainda crítico do processo de apresentação das diversas candidaturas ao Palácio de Belém, uma vez que obriga ao pedido de certidões de eleitores nas juntas de freguesia, tudo efetuado ainda em suporte de papel.

“É uma enorme carga burocrática. Trouxe um pequeno bosque de árvores abatidas para entregar ao Estado informação que o próprio Estado já tem”, lamentou, referindo-se ao facto de o Ministério da Administração Interna possuir os dados através do cartão de cidadão.

Mayan foi militante do PSD e esteve envolvido nas campanhas e movimento “Porto, o Nosso Partido”, que elegeram Rui Moreira para a Câmara Municipal do Porto.

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