“É uma prioridade nacional a estabilização e a consolidação do sistema financeiro português”, declarou hoje Marcelo Rebelo de Sousa, no seu discurso no Palácio da Bolsa, no Porto, onde presidiu à entrega do Prémio Manuel António da Mota, que este ano distinguiu a Raríssimas - Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras.

Marcelo Rebelo de Sousa assumiu, todavia, que criar essa estabilização e consolidação do sistema financeiro português era um processo complicado.

“É difícil”, reconheceu, apontando que quando menos se espera, "surgem obstáculos".

“Aparecem contratempos, os mais inesperados? Aparecem”, pergunta e respondeu o Presidente da República, enumerando que esses contratempos podem aparecer “uns dias de manhã”, “outros dias à tarde”, “outros à noite”, ou “à noitinha”.

Marcelo Rebelo de Sousa avisa ainda que o importa é que no dia seguinte é preciso "acordar e continuar o caminho, com determinação, sabendo exatamente que é uma prioridade nacional", porque, assevera, "não há economia que possa garantir crescimento e emprego e, por isso, justiça social, senão tiver uma capacidade de financiamento que sustente esses imperativos e que passa pelo sistema financeiro”.

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