Marcelo Rebelo de Sousa recordou que a Defesa Nacional, como a Política Externa, tem sido uma “política de regime” desde a Constituição Portuguesa de 1976, e avisou que, “debalde, se procurarão divergências” entre os órgãos de soberania.

Esse “inevitável empenhamento conjunto” de todos, do Governo, “em sintonia com o Presidente”, advertiu, deve ser tido em conta “na reflexão” sobre os investimentos militares, “no reforço de capacidade dos ramos, como no avanço para as metas internacionalmente assumidas quanto à percentagem do PIB [Produto Interno Bruto] alocado à Defesa Nacional”.

As Forças Armadas sabem que “contam com a aposta” dos órgãos de soberania, acrescentou, dizendo acreditar que o mandato de Silva Ribeiro, o almirante que será o novo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, será “bem-sucedido”.

O novo líder do PSD, Rui Rio, foi um dos convidados da cerimónia, que decorreu no Palácio de Belém, em Lisboa, e em que o almirante António Silva Ribeiro sucedeu ao general Pina Monteiro como Chefe das Forças Armadas.

O ministro da Defesa Nacional , José Azeredo Lopes, esteve igualmente presente, entre outros convidados.

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