“Fortalece a vocação do país a ser uma ponte, não um muro, um país de união, um país de fé, onde estão todas as vocações religiosas do mundo”, afirmou Juan Carlos Varela.

O chefe de Estado panamiano falava aos jornalistas após ter participado na basílica catedral Santa Maria la Antigua numa missa presidida pelo papa Francisco, onde, entre outros chefes de Estado, esteve o português Marcelo Rebelo de Sousa.

As declarações ocorreram antes de um encontro entre os chefes de Estado português e panamiano.

Juan Carlos Varela frisou que o Panamá “é um país que une o mundo”, referindo-se, entre outras infraestruturas, ao Canal do Panamá, 77 quilómetros de canal que unem os oceanos Pacífico e Atlântico.

“Essa é a nossa vocação, ser um país que une o mundo”, destacou, acrescentando que as JMJ “ratificam essa vocação geográfica do país, um país de diálogo de união e de paz”.

O chefe de Estado panamiano acrescentou que se a próxima edição das jornadas for em Portugal essas serão as suas quartas jornadas, “em Lisboa e Fátima”.

“Mas há que esperar o anúncio formal do papa”, acrescentou.

As JMJ são um encontro de jovens de todo o mundo com o papa, num ambiente festivo, religioso e cultural, que mostra o dinamismo da Igreja Católica.

O maior evento da Igreja Católica foi criado pelo papa João Paulo II (1920-2005).

Esta é a quinta vez que as JMJ decorrem no continente americano, depois de Buenos Aires (Argentina, 1987), de onde é natural o papa Francisco, de Denver (Estados Unidos da América, 1993), Toronto (Canadá, 2002) e Rio de Janeiro (Brasil, 2013).

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