"As eleições parlamentares de 12 de dezembro são as mais importantes do nosso tempo para a Escócia, cujo futuro está em jogo", declarou a líder do partido pró-independência SNP perante os manifestantes, que agitavam bandeiras azuis e brancas da Escócia.

Sturgeon pretende um referendo sobre a independência da Escócia do Reino Unido em 2020, afirmando que a saída da União Europeia [Brexit] mudou as circunstâncias desde que o "não" ganhou o referendo sobre a independência escocesa realizado em 2014.

O Governo de Londres opõe-se a uma nova consulta popular, afirmando que os resultados obtidos há cinco anos são a palavra final sobre "um evento único, organizado uma vez em cada geração".

Em 2014, um dos argumentos a favor da manutenção da Escócia no Reino Unido foi que, no caso de uma divisão da Grã-Bretanha, os escoceses perderiam os benefícios de pertencer à União Europeia.

Dois anos depois, no referendo sobre o Brexit, 62 por cento dos escoceses opuseram-se à saída do Reino Unido da União Europeia.

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