11 de março de 2004, Madrid, Espanha (imagem acima)

Uma dezena de bombas explodiram às 07h40, em Madrid e nos subúrbios, a bordo de quatro comboios, deixando 191 mortos e cerca de 2.000 feridos. O atentado foi reivindicado por uma célula islamita radical em nome da Al-Qaeda.

7 de julho de 2005, Londres, Reino Unido

Atentados de Londres

Quatro atentados suicidas coordenados para acontecerem num horário de grande movimento, em Londres, são levados a cabo em três composições do metro e num autocarro. O resultado desde ataque foram 56 mortos e 700 feridos. Os atentados foram reivindicados por um grupo vinculado à Al-Qaeda.

11 e 19 março de 2012, Toulouse, França

Memorial em Paris

Nos dias 11 e 15 de março, Mohamed Merah, de 23 anos, matou três militares em Toulouse e em Montauban (sul do país), e a 19 de março matou três crianças e um professor da escola judaica Ozar Hatorah, de Toulouse. Foi abatido pelas forças de segurança no dia 22 de março após um cerco policial de 32 horas ao apartamento onde vivia.

24 de maio de 2014, Bruxelas, Bélgica

Mehdi Nemmouche

Na entrada do museu judaico de Bruxelas, um homem disparou sobre as pessoas, deixando quatro mortos, incluindo um casal de turistas israelitas. O alegado autor, o franco-argelino Mehdi Nemmouche, foi detido no sul de França e extraditado para a Bélgica.

7 de janeiro de 2015, Paris, França

Vigils and minute of silence for Charlie Hebdo attack

Os irmãos Kouachi mataram 12 pessoas, incluindo cinco jornalistas, na sede do jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, alvo de ameaças de morte por ter publicado caricaturas de Maomé em 2006 e 2012. Os dois irmãos foram abatidos pela polícia depois de três dias de fuga.

Simultaneamente, outro jihadista francês, Amédy Coulibaly, matou cinco pessoas, um agente municipal na rua, e quatro judeus num supermercado kosher, antes de ser morto. Os três jihadistas reivindicam a sua filiação à Al-Qaeda e ao grupo Estado Islâmico.

14 de fevereiro de 2015, Copenhaga, Dinamarca

Omar El-Hussein

Omar El-Hussein, dinamarquês de origem palestiniana, abre fogo, com recurso a uma arma automática, contra um centro cultural onde estava a ser realizada uma conferência com o tema "Arte, blasfémia e liberdade".

O cineasta dinamarquês Finn Nørgaard morreu no ataque e três polícias ficam feridos. Num primeiro momento, o suspeito conseguiu escapar e durante a tarde voltou a matar, desta vez um judeu, Dan Uzan, em frente a uma sinagoga, atingindo, ainda, dois polícias. Horas mais tarde, Omar El-Hussein foi abatido pelas forças de segurança.

13 de novembro de 2015, Paris, França

Paris attacks aftermath - reactions

Cerca de 130 mortos e mais de 350 feridos em vários atentados, alguns deles cometidos por homens-bomba, na casa de espetáculos Bataclan, em bares e restaurantes do leste de Paris, e nos arredores do Stade de France, a norte da capital, onde decorria um jogo de futebol entre a seleção francesa e a seleção alemã. O grupo Estado Islâmico reivindicou os ataques. A 18 de março, depois de meses em fuga, um dos mentores e executantes deste ataque, Salah Abdeslam, foi capturado, vivo, em Bruxelas.

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