“É possível responder a perguntas sobre a caracterização dos concelhos ou dos países com mais casos, por exemplo. São mais ricos? São mais desenvolvidos? Como é o nível de educação?”, disse à agência Lusa uma das responsáveis pela plataforma, Matilde Valente Rosa.

Entre as variáveis sociodemográficas que é possível cruzar com a caracterização epidemiológica estão os números da população, rácios de médicos ou camas de hospital por habitante, índices de desemprego, mortalidade infantil ou hábitos de consumo.

Quanto aos números de pandemia, estão disponíveis números de casos e óbitos, absolutos e relativos à população, médias móveis (dos últimos sete dias), números de testes e progressão de vacinação.

“Esta análise pode fazer-se num único ‘site’, com mapas onde se representam as zonas com mais casos, com mais óbitos, onde são feitos mais testes ou administradas mais vacinas”, indicou.

A plataforma Eyedata COVID pode ser consultada em duas áreas principais: “Mundo” e “Portugal”.

O Eyedata COVID está disponível no portal de dados estatísticos Eyedata, uma parceria entre a Lusa e a Social Data Lab, sendo também acessível através do ‘site’ da agência Lusa.

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