Os dados hoje divulgados fazem parte do primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019.

A investigação indicou que 994 municípios (20% do total pesquisado) apresentaram um alto índice de infestação do mosquito.

O Governo brasileiro avisou que o sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater a proliferação do vetor da dengue, zika e chikungunya.

De 01 de janeiro a 13 de abril foram registados 451.685 casos prováveis de dengue no Brasil, segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.

Houve um aumento de 339,9% dos casos de dengue em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registadas 102.681 infeções.

O número de mortes causadas pela dengue também cresceu 186,3%, passando de 66 para 123 mortes.

Em relação ao zika, os dados divulgados pelo Governo brasileiro apontam para o registo de 3.085 casos, com incidência de 1,5 caso para cada 100 mil habitantes.

Em 2018, no mesmo período do ano, foram registados 3.001 casos prováveis de infeção por zika.

Em 2019, não há dados sobre óbitos causados por este vírus.

Já o levantamento sobre a proliferação da febre chikungunya no país apontou para o registo de 24.120 casos e uma incidência de 11,6 casos para cada 100 mil habitantes.

Em 2018 tinham sido confirmados 37.874 infecções por chikungunya no país, uma redução de 36,3% da proliferação desta doença no Brasil neste ano.

Em 2019, não foram confirmados mortes causadas pela Chikungunya no Brasil.

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