Vestidas com o tradicional traje ‘hijab’, as 105 raparigas chegaram ao início da tarde em cinco autocarros escoltados pelo exército nigeriano, que viajaram desde Abuja, a capital federal, onde as reféns libertadas estiveram com as autoridades.

O reencontro com as famílias aconteceu no internato onde foram raptadas pelos islamitas.

A 19 de fevereiro último foram raptadas 111 estudantes. Cinco morreram durante o ataque do Boko Haram e uma rapariga cristã ainda está nas mãos dos terroristas.

Segundo fontes ouvidas pela agência France Presse, as raparigas foram mantidas em ilhas do lago Chade, controlado pela fação que se declarou fiel ao grupo Estado Islâmico.

Desde 2009, o grupo ‘jihadista’ mantém o nordeste da Nigéria em conflito, que já provocou mais de 20.000 mortos e obrigou 2,6 milhões de pessoas a fugir.

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