A RMIVD, criada há sete anos, integra várias entidades, como o Ministério Público, a GNR, a PSP, o Agrupamento de Centros de Saúde de Loures e Sacavém e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Loures, apoiando o trabalho desenvolvido pelo Centro de Atendimento à Vítima de Loures.

Sediado na cidade de Sacavém, este centro, designado por Espaço Vida, tem como função prestar apoio psicológico, jurídico e social às vítimas de violência doméstica residentes no concelho de Loures (distrito de Lisboa).

Durante o dia de hoje realizou-se em Loures um seminário sobre violência doméstica e, em declarações à agência Lusa, o adjunto do presidente da Câmara Municipal para a área social, Nuno Abreu, destacou o papel que a RMIVD tem tido no combate e prevenção deste tipo de crime.

“Quando este espaço abriu constatou-se que este trabalho tinha alguns entraves. Era difícil articular com todas as entidades e constatou-se também que os processos não estavam a ser tão céleres como deveriam”, apontou.

Nesse sentido, Nuno Abreu sublinhou que o trabalho que hoje é desenvolvido em rede “tem permitido agilizar os processos”, referindo que em sete anos foi possível sinalizar 1.040 casos de violência doméstica. Desses, 400 resultam de pedido das entidades parceiras no projeto.

O responsável municipal ressalvou que estes números podem ser interpretados de várias formas e significar que as vítimas estão “mais desinibidas para denunciar os agressores”.

Além da sinalização e encaminhamento dos casos de violência, Nuno Abreu referiu que a RMIVD tem desenvolvido um conjunto de ações de sensibilização e prevenção, nomeadamente junto dos jovens e da população sénior, e sublinhou a necessidade de denunciar este tipo de crimes.

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