Desses, 29 seriam da Missão da República Centro-Africana (Minusca). Outros sete casos aconteceram nas missões na República Democrática do Congo (RDC); dois, no Haiti; e outros na Costa do Marfim, Sudão do Sul e Mali, principalmente.

A maioria dos factos remonta a anos anteriores. Os países que enviam os seus soldados são os únicos que podem sancionar os eventuais culpados, mas não demonstram muita vontade de fazê-lo. Apenas 26 casos dos 69 registados em 2015 mereceram uma investigação completa, levando à imposição de penas de prisão de algumas semanas contra três soldados.

Em março passado, a ONU criou um fundo para ajudar as vítimas desses abusos. A Noruega foi o primeiro país a financiá-lo, com US$ 125 mil. 

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