
Esta foi a primeira vez desde 5 de janeiro que o valor diário ficou abaixo de 1.000, com exceção para os dados de domingo e segunda-feira, quando os números são geralmente mais baixos por causa do atraso na notificação durante o fim de semana.
Na véspera tinham sido notificadas 1.322 mortes e 19.202 infetados, sendo o total oficial contabilizado desde o início da pandemia de 110.250 óbitos e 3.892.459 casos de infeção.
Entre as mortes registadas estava uma criança de sete anos com outros problemas de saúde, uma das vítimas do novo coronavírus mais jovens no Reino Unido.
O número de casos diários notificados também continua a cair, com a média dos últimos sete dias agora para 21.246 novos casos por dia, mas o número de pacientes hospitalizados com o novo coronavírus continua alto, com 31.670 pessoas hospitalizadas até 2 de fevereiro.
Hoje, o Governo britânico reiterou a confiança de que vai conseguir vacinar cerca de 15 milhões de pessoas dos primeiros quatro grupos prioritários até 15 de fevereiro.
Dados de hoje mostram que 10.490.487 já receberam a primeira dose e 501.957 pessoas foram inoculadas com a segunda dose, administradas entre três e 12 semanas depois.
“Já vacinámos quase 9 em cada 10 [pessoas] com mais de 80 anos no Reino Unido, quase 9 em cada 10 com mais de 75 anos e mais de metade das pessoas com 70 anos”, adiantou o secretário de Estado da Saúde, responsável pela pasta das Vacinas, Nadhim Zahawi, no Parlamento.
No entanto, também disse que, apesar de os cientistas acreditarem que o pico desta vaga da pandemia já foi ultrapassado, “este continua a ser um vírus mortal e levará algum tempo para que o impacto das vacinas seja sentido”.
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