“A resposta da administração Biden ao que aconteceu em Cuba é uma vergonha absoluta”, disse a diretora de comunicação do Comité Nacional Republicano (RNC), Danielle Alvarez, numa conferência de imprensa para discutir a situação na ilha e em países como a Nicarágua e a Venezuela.

Alvarez, que se identificou como cubano-americana, queixou-se de que a administração do Presidente democrata está “a perpetuar as mentiras contadas pela ditadura em Cuba”.

“As pessoas estão nas ruas a marchar por algo muito claro: liberdade, é o que estão a dizer quando marcham”, disse a porta-voz republicana. “Trata-se de se libertarem de uma ditadura brutal”, acrescentou.

Na mesma linha, o ativista cubano dos direitos humanos Jorge Luis Garcia Perez, conhecido como Antunez, pediu para não se minimizarem as exigências das pessoas nas ruas tentando associá-las à pandemia, à falta de vacinas ou à escassez de alimentos.

Antunez acentuou que os protestos não são aleatórios, mas o resultado “de anos de luta cívica, de proselitismo, de informação”.

O ex-embaixador da Nicarágua, Manuel Abaunza, considerou que o que está a acontecer em Cuba, Nicarágua e Venezuela tem como “denominador comum” a eliminação da oposição, tal como a influência de Moscovo.

A Casa Branca garantiu hoje que continua a “rever” a sua política em relação a Cuba e que qualquer modificação procurará “encorajar uma mudança no comportamento” do Governo cubano, além de ter em conta os inéditos protestos de domingo na ilha.

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