“O decreto de anulação foi adotado”, disse à imprensa o ministro da Saúde, Florian Bodog.

O primeiro-ministro romeno, Sorin Grindeanu, anunciou no sábado a abolição da legislação, para evitar a desunião dos romenos, que participaram às centenas de milhares em protestos contra o decreto.

Grindeanu sucedeu ao gabinete liderado pelo ex-comissário europeu da Agricultura Dacian Ciolos, que assumiu o poder em novembro de 2015 após a renúncia do primeiro-ministro social-democrata Victor Ponta, que não resistiu aos protestos pela morte de 64 pessoas num incêndio de uma discoteca em Bucareste.

Os números indicam que a economia romena cresceu 5,1% em 2016, com um aumento do défice que agora ronda os 3%.

Os escândalos de corrupção não afetaram os resultados eleitorais do PSD, vencedor por larga margem das eleições com um programa que prevê aumento do salário mínimo, das pensões e das despesas públicas, num país com 20 milhões de habitantes e um salário médio de 420 euros.

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