As forças russas tomaram o controlo da central desativada, no início da guerra. A zona de exclusão é a zona contaminada ao redor da central, local do pior acidente nuclear civil do mundo, em 1986.

A agência estatal lembrou que o laboratório, que custou seis milhões de euros, com o apoio da Comissão Europeia, foi inaugurado em 2015.

O laboratório continha "amostras altamente ativas e amostras de radionuclídeos que estão agora nas mãos do inimigo", acrescentou.

"Esperamos que só cause dano a si próprio [ao inimigo] e não ao mundo civilizado", afirmou a agência, em comunicado.

Os radionuclídeos são átomos instáveis de elementos químicos que libertam radiação.

Especialistas consideraram existir um outro dado preocupante: a agência reguladora nuclear da Ucrânia disse na segunda-feira que os monitores de radiação em redor da central tinham deixado de funcionar.

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