A remoção dos telhados de amianto da Escola Básica Integrada da Lagoa é “uma prioridade em termos de construção de escolas” do executivo regional, mas só a partir de 2020 é que arranca a fase de projeto, afirmou à Lusa o diretor regional da Educação, Rodrigo Reis, a propósito da abertura do novo ano letivo, na segunda-feira.

Na EBI de Capelas, as obras de requalificação, que já tinham arrancado em janeiro, estão paradas desde abril, devido a uma alteração no projeto a nível do AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado).

A secretaria regional da Educação e Cultura avançou que a empreitada será retomada em 2020, altura em que prosseguirão, também, os trabalhos de remoção de amianto da cobertura.

Sobram a EBI dos Arrifes, que terá o arranque da empreitada, orçada em cerca 14 milhões de euros, “durante este ano letivo”, e a intervenção na EBI de Rabo de Peixe, com um orçamento semelhante, que está em fase final da análise de propostas, sendo que “a empreitada poderá avançar ainda este ano”, informa Rodrigo Reis.

A diretiva da União Europeia sobre esta matéria apontava 28 de julho de 2019 como data limite para que todo o parque escolar estivesse livre deste material fibroso, que pode libertar partículas com propriedades cancerígenas.

O Governo Regional dos Açores propôs a retirada do amianto das escolas da região em 2014, tendo-se comprometido a ter os trabalhos concluídos até 2017.

Dois anos depois do prazo estipulado, o executivo soma ainda outros dois anos para a resolução do problema.

A expetativa é de que, em 2021, “todas as escolas estejam livres de amianto”, afirma o diretor regional da Educação.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.