"As desigualdades: combatê-las é das coisas mais difíceis que há. Além de ser difícil, estas medidas precisam de tempo e coerência, é algo fundamental", afirmou José Silva Peneda, no final da segunda conferência do Movimento pelo Interior (MPI) que decorreu na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, na Covilhã.

Este responsável defendeu que o Interior precisa de discriminação e disse que o MPI vai propor medidas discriminatórias para o território, visto que existem duas realidades diferentes no país: litoral e interior.

Contudo, realçou que o MIP é uma causa nacional e a ideia de ser o interior contra o litoral não existe.

"Esta causa nacional não é única. Há outras causas nacionais, o crescimento económico, a demografia, a dívida pública", frisou.

O antigo presidente do CES explicou que o MPI teve a preocupação de olhar para o sistema que existe e tentar perceber o que pode ser melhorado.

"Podemos ter uma opção que é por em causa outras coisas, como a Constituição da República ou fazer imediatamente a regionalização. É muito bonito dizer, mas em termos práticos... A preocupação foi ficarmos pelo sistema e ver o que é que pode ser melhorado", concluiu.

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