A agência oficial Sana afirmou que o acordo implica a retirada completa dos “sequestrados” de Douma, em alusão aos civis, em troca da saída dos “terroristas” do Exército do Islão para Jarabulus, no norte da província de Alepo, na fronteira com a Turquia.

O acordo foi alcançado depois de dois dias de uma ofensiva em Duma por parte das forças leais ao presidente da Síria, Bashar al-Assad.

A aviação síria bombardeou hoje, pelo terceiro dia consecutivo, a última bolsa de resistência rebelde perto de Damasco. De acordo com Washington, dezenas de civis morreram nas últimas 48 horas em ataques realizados com armas químicas.

Os capacetes brancos, socorristas em operações nas zonas rebeldes da Síria, acusaram hoje o regime sírio de ter recorrido a "gás tóxico" em Douma e forneceram, através das suas contas no Twitter, vários balanços contraditórios, falando em 40 e em 70 mortos.

A Síria e a Rússia, maior aliado do regime, negaram o uso de armas químicas no ataque a Douma.

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