Sem citar de forma explícita o nome da Rússia, François Hollande assinalou que “um país que vetasse esta resolução ficaria desacreditado aos olhos do mundo”.

“Seria responsável pela continuação dos abusos”, afirmou.

As palavras de Hollande, ditas hoje em França, ganham particular importância no dia em que decorre uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a crise na Síria, mais concretamente sobre a situação em Alepo, através de duas resoluções, uma apresentada por França e apoiada por Espanha e outra da Rússia.

Na primeira exige-se o fim dos bombardeamentos, um cessar-fogo com garantias e o acesso de ajuda humanitária aos civis.

Em resposta, Moscovo apresentou um texto alternativo no qual não há referência aos bombardeamentos e pede-se que cessem as hostilidades, que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apresente um plano detalhado para distinguir terroristas de representantes da oposição moderada, aos quais se pede que deixem de colaborar com os terroristas.

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