O governo sueco propôs nesta quinta-feira uma lei para que se considere o sexo não consentido como violação, mesmo quando não há ameaças, nem violência, após a difusão da campanha #MeToo (Eu também) na internet, que denuncia casos de assédio e agressões sexuais.

"A incidência de abusos sexuais está a crescer na Suécia, onde as mulheres mais jovens são as que correm mais riscos", indicou o governo num comunicado.

"Para condenar um violador não será mais necessário demonstrar uso de violência, nem de ameaças, nem a exploração da situação especialmente vulnerável da vítima", explicou o governo, acrescentando que a proposta de lei se baseia "numa evidência: o sexo deve ser voluntário".

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