As sanções, que abrangem outras 14 pessoas, entraram em vigor às 17:00 de hoje (hora de Lisboa), precisou o Governo federal em comunicado.

A extensão das sanções permite à Suíça alinhar com as posições da UE, acrescenta o texto.

As pessoas sancionadas — incluindo Viktor, filho do Presidente e membro do Conselho nacional de segurança — “são consideradas responsáveis por atos de violência e detenções arbitrárias perpetradas após as contestadas eleições presidenciais nesta república”, sublinha o Governo helvético.

Os bens das 15 pessoas hoje atingidas pelas sanções vão ser congelados e estão proibidas de entrar na Suíça ou de transitar pela Suíça.

O Governo federal incluiu igualmente o embargo às armas nesta decisão, para denunciar “a repressão permanente contra a sociedade civil e os membros da oposição na Bielorrússia”.

A Suíça referiu estar “muito preocupada pelas tensões que se exacerbam na Bielorrússia” e apela ao “diálogo entre o Governo e a sociedade civil”. Exorta ainda Minsk a cumprir as suas obrigações internacionais em matéria de direitos humanos.

A oposição bielorrussa protesta desde agosto contra a reeleição, considerada fraudulenta, de Alexander Lukashenko, que dirige esta ex-república soviética desde 1994.

Apoiado por Moscovo, recusa abandonar o poder e apenas admitiu diversas reformas constitucionais para tentar acalmar os protestos que têm alastrado a várias cidades do país.

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