Segundo Rui Baleizão, advogado do diretor da PJM, o coronel Luís Vieira, o seu cliente “tentou esclarecer os factos com um grande desenvolvimento”, adiantando ainda que acredita na inocência do seu cliente e que espera justiça.

O advogado defendeu que “agora há que considerar o que é verosímil, o que é justo e o que é efetivamente a sua inocência”, referindo-se ao diretor da PJM.

Rui Baleizão adiantou à saída do tribunal que estava nesse momento a ser ouvido o segundo dos três elementos da GNR detidos no âmbito do mesmo processo.

Os oito detidos no âmbito desta investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público foram identificados hoje pelo Juiz de Instrução criminal, João Bártolo, o responsável pela aplicação das medidas de coação aos arguidos.

A Operação Húbris investiga o aparecimento na Chamusca em outubro de 2017 de material furtado em Tancos e, segundo o Ministério Público, em causa estão “factos suscetíveis de integrarem crimes de associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder, recetação, detenção de arma proibida e tráfico de armas”.

O furto de material militar dos paióis de Tancos - instalação entretanto desativada - foi revelado no final de junho de 2017. Entre o material furtado estavam granadas, incluindo antitanque, explosivos de plástico e uma grande quantidade de munições.

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