Segundo Luis Cruz Campos, os três elementos do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Loulé foram esta noite identificados na Polícia Judiciária devendo, na tarde de quarta-feira, ser presentes ao juiz de instrução criminal para aplicação das medidas de coação.

O advogado afirmou que apenas teve acesso ao auto de detenção e que desconhece, “em concreto, os crimes que lhes são imputados”, no processo.

A primeira noite da detenção será passada em celas que a GNR dispõe em Lisboa.

O diretor-geral da Polícia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, mais três elementos foram hoje detidos e estão entre os oito visados por mandados de detenção emitidos na Operação Húbris, que investiga o aparecimento de material furtado em Tancos, na Chamusca, em outubro do ano passado.

Segundo o Ministério Público, em causa estão “factos suscetíveis de integrarem crimes de associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder, recetação, detenção de arma proibida e tráfico de armas”.

O furto de material militar dos paióis de Tancos - instalação entretanto desativada - foi revelado no final de junho de 2017. Entre o material furtado estavam granadas, incluindo antitanque, explosivos de plástico e uma grande quantidade de munições.

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