“O que está em cima da mesa é necessidade de clarificar um caminho que está a desagradar a uma esmagadora maioria de militantes”, afirmou a antiga governante, em declarações aos jornalistas no parlamento.

Teresa Morais considerou não ser possível que essa clarificação seja feita com a atual direção, depois de o presidente do PSD, Rui Rio, ter dito recentemente que não tencionava mudar de estratégia.

“Se a estratégia não deu resultado, provavelmente alguma outra coisa vai ter de mudar”, defendeu.

Para Teresa Morais, o caminho que foi feito, até agora, pela atual direção foi de “hostilização do grupo parlamentar e de desunião”.

“Preferiram cindir, preferiram dividir, desagregar, perseguir, de certa forma isto é o resultado desse caminho. Do meu ponto de vista, a responsabilidade da situação que foi criada é da direção”, afirmou, considerando que “a ninguém passaria pela cabeça” questionar uma direção que tivesse conseguido unir o partido.

Questionada se Luís Montenegro, que hoje dá uma conferência de imprensa onde deverá anunciar a sua disponibilidade de se candidatar a líder e pedir eleições antecipadas, tem as melhores condições, Teresa Morais respondeu afirmativamente.

“De todas as pessoas que têm legitimidade para apresentar-se não estão todas nas mesmas condições, e há quem tenha manifestamente melhores condições. Do meu ponto de vista, Luís Montenegro tem essas condições”, defendeu.

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