Em entrevista ao "The Sunday Times", divulgada no mesmo dia em que começa o Congresso anual do partido conservador em Birmingham (Inglaterra), a primeira-ministra enfatizou mais uma vez que a sua proposta para o país sair da União Europeia é a única "viável".

No entanto, o plano de May, onde se propõe a criação de um mercado comum de bens britânico-comunitário com harmonização regulatória, foi afastado pelo Conselho Europeu na cimeira da semana passada em Salzburgo, Áustria, alegando que violaria a integridade do mercado único e que não resolveria a questão da fronteira irlandesa.

Além disso, May anunciou hoje que, durante o congresso, irá propor medidas para cobrar mais impostos aos estrangeiros que adquirirem casas no Reino Unido e avançar com propostas para a criação de um festival nacional "histórico" para celebrar o ‘Brexit’.

Por sua vez, o ex-promotor britânico Dominic Grieve, defensor da permanência na União Europeia antes do referendo de 2016, advertiu hoje, em declarações ao "The Sunday Telegraph", que May enfrenta uma "rebelião" por parte dos deputados conservadores mais pró-europeus.

Grieve assegurou que vários deputados conservadores estariam dispostos a apoiar a realização de um novo plebiscito se o Executivo não for capaz de chegar a um acordo de saída com os 27 Estados-membros.

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