Durante o dia de greve, os trabalhadores garantem como serviços mínimos os casamentos civis marcados antes do anúncio da greve.

Estes trabalhadores em funções no Instituto dos Registos e Notariado queixam-se de “falta de diálogo” por parte do Ministério da Justiça, “falta de clarificação dos ‘novos’ vencimentos” e “incumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo”.

O sindicato apresenta várias reivindicações, entre as quais o fim das assimetrias salariais entre profissionais com as mesmas funções, a “devida e não efetuada atualização indiciária desde 2000″, a “reconhecida promoção/compensação imediata de todos os escriturários a escriturários superiores” e a “resolução imediata dos vencimentos mal processados/calculados desde 2002″.

Os trabalhadores querem ainda a “revisão/abolição de emolumentos pessoais indevidos pagos a conservadores que não celebram casamentos, prejudicando o erário público”, a “abertura e regulamentação de concursos internos e externos para colmatar a falta de 1.500 funcionários” e o “diálogo e discussão construtiva, em nome da solidariedade e da justiça remuneratória dos conservadores e oficiais dos registos e notariado, na defesa dos registos públicos e das populações”.

O SNR tem feito várias greves, a última das quais no final de dezembro passado, de três dias, queixando-se de não ver satisfeitas as suas reivindicações por parte do Governo.

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