Oly Ilunga afirma em comunicado, divulgado na sexta-feira, que os casos foram registados na cidade de Mbandaka, onde tinha sido confirmado um caso no início da semana. Existem agora 17 casos de Ébola confirmados, 21 casos prováveis e cinco suspeitos, adianta o comunicado, citado pela agência Associated Press (AP). A propagação do Ébola numa área urbana causou alarme, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) afastou para já o cenário de emergência internacional.

Para a OMS, a epidemia não constitui “atualmente uma urgência de saúde pública de dimensão internacional”.

“O risco de propagação internacional é particularmente grande”, mas existem fortes razões para crer que “esta situação pode ser controlada”, afirmou um membro do Comité de urgência da OMS, durante uma conferência de imprensa, na sexta-feira, em Genebra, Suíça.

O surto é um teste de uma nova vacina experimental contra o ébola que se mostrou eficaz no surto da África Ocidental há alguns anos. As vacinas devem começar no início da semana, com mais de 4.000 doses já no Congo e mais a caminho, refere a AP.

A nova epidemia do Ébola eclodiu há cerca de um mês numa zona rural do noroeste da RDCongo.

Desde 04 de abril até 17 de maio, segundo a OMS, foram reportados às autoridades locais 45 casos de pessoas supostamente infetadas com Ébola, incluindo três de profissionais de saúde, e 25 mortos.

As autoridades do Uganda afirmaram à agência Espanhola que o Uganda está em “alerta máximo” devido ao surto de Ébola declarado na vizinha República Democrática do Congo, de onde recebe refugiados através da fronteira sudoeste.

Mais de 50.000 congoleses atravessaram a fronteira para Uganda nos primeiros três meses do ano e ainda estão a chegar a este país para os distritos de Kisoro e Kanungu, confirmou um porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Tam Daniel Rogers.

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