
O tribunal anunciou ter aceitado uma queixa contra o líder do partido Move Forward [Avançar], relativo às ações que Pita, de 42 anos, possuía numa cadeia de televisão, durante a campanha eleitoral, o que é proibido pela lei e poderá banir o líder partidário da vida política durante 20 anos.
A mais alta jurisdição tailandesa indicou ter votado a favor da suspensão do deputado, na sequência de um pedido apresentado pela comissão eleitoral tailandesa.
A decisão do Tribunal Constitucional foi anunciada a meio de uma sessão da Assembleia Nacional tailandesa, que deverá aprovar durante o dia a candidatura de Pita a primeiro-ministro.
Apesar da suspensão, o reformista ainda pode ser nomeado para o cargo porque, de acordo com a lei tailandesa, o chefe do Governo não é obrigado a ser membro do legislativo, mas não pode participar na votação, nem está autorizado a permanecer no hemiciclo.
Na semana passada, na primeira votação do parlamento, Pita obteve 321 votos, falhando por 55 votos a escolha dos deputados como primeiro-ministro tailandês.
Entretanto, o reformista anunciou já que vai retirar a candidatura a primeiro-ministro se perder a votação de hoje, após um primeiro revés na quinta-feira passada.
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