No total, o Ministério da Saúde congolês registou 58 casos nas três áreas afetadas – as áreas rurais de Iboko e Bikoro ea urbana em Mbandaka (30 confirmados, 14 prováveis e 14 suspeitos) e 22 mortes.

O ministério da saúde congolês já pediu às autoridades dos EUA para os autorizarem a usar um tratamento experimental à base de anticorpos, desenvolvido pelo investigador Jean-Jacques Muyembe a partir de um sobrevivente de Ébola em 1995 e que foi usado em macacos.

As autoridades da RDCongo e a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançaram na segunda-feira uma “vacinação direcionada” contra a doença provocada pelo vírus Ébola em Mbandaka.

As primeiras vacinas foram administradas em cerca de dez pessoas das equipas médicas.

O número de pessoas alvo desta primeira fase de vacinação é estimado em mais de 600: equipas de saúde, quem esteve em contacto com os pacientes – principalmente membros da família -, e as pessoas próximas de quem contactou os doentes infetados.

A RDCongo já recebeu 8.500 doses de vacina, segundo as autoridades.

A campanha de vacinação direcionada continuará em Bikoro (a 100 quilómetros de Mbandaka e a 600 quilómetros de Kinshasa), epicentro do atual surto, declarado a 08 de maio, na fronteira com a República do Congo.

Este é o nono surto da doença desde que apareceu pela primeira vez na RDCongo, em 1976.

A última epidemia ocorreu em 2017 e matou oficialmente quatro pessoas.

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