Num comício no estado norte-americano do Michigan no domingo, Trump afirmou que a investigação sobre os ‘emails” de Hillary Clinton “não vai desaparecer” e apelou à ida às urnas na terça-feira, dia das eleições presidenciais dos EUA, para acabar com “um sistema que protege Clinton e que rouba empregos e manda-os para o México”.

Trump comentava assim à carta do diretor do FBI (polícia federal norte-americana), James Comey, enviada no domingo ao Congresso, para informar de que a sua decisão de não processar Clinton não tinha mudado, depois de rever novos ‘emails’ no computador de um dos assistentes da ex-secretária de Estado.

Em julho, o responsável do FBI criticou Clinton por ter usado uma conta pessoal de correio eletrónico para trocar mensagens, incluindo algumas com informação classificada, no âmbito das suas funções como secretária de Estado, mas informou que o FBI não iria recomendar acusações criminais contra a candidata democrata.

A nova carta surge após uma outra enviada por Comey no mês passado, na qual informou que os agentes federais iriam analisar novos correios eletrónicos recentemente descobertos no computador de Anthony Weiner, antigo congressista democrata e ex-marido de uma assistente próxima de Hillary Clinton, Huma Abedin.

Weiner está a ser investigado pelo FBI após revelações do diário Daily Mail de que teria trocado mensagens inapropriadas e de conteúdo sexual com uma menor.

Comey, que foi acusado de dar armas à campanha do candidato republicano, Donald Trump, na reta final para as eleições, indicou que o FBI trabalhou sem descanso para examinar o mais depressa possível todos os novos correios eletrónicos descobertos.

A campanha de Hillary Clinton já manifestou contentamento por ver o caso dos ‘emails’ resolvido.

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