Após confirmar que as novas tarifas sobre produtos chinesas vão entrar em vigor este domingo, Trump traçou um pior cenário na antiga colónia britânica sem a pressão dos Estados Unidos sobre a China.

“Sem as negociações comerciais, Hong Kong enfrentaria mais dificuldades”, disse o chefe de Estado norte-americano, que já deu a entender que só chegará a acordo com a China se Pequim tratar Hong Kong “de forma humana”.

Os protestos na região administrativa especial chinesa começaram inicialmente contra emendas propostas pelo Governo a uma lei que permitira extraditar suspeitos de crimes para a China.

Os manifestantes exigem agora a retirada definitiva da lei da extradição, a libertação dos manifestantes detidos, que as ações dos protestos não sejam identificadas como motins, um inquérito independente à violência policial, a demissão da chefe de governo Carrie Lam e sufrágio universal nas eleições para este cargo e para o Conselho Legislativo, o parlamento de Hong Kong.

Na sexta-feira, o movimento que tem liderado desde junho os maiores protestos em Hong Kong cancelou a manifestação e a marcha previstas para sábado, após perder o recurso contra a decisão da polícia de proibir as iniciativas.

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