A decisão de Trump coincide com a aproximação de diversas caravanas de migrantes provenientes da América Central, e que através do México se aproximam da fronteira dos Estados Unidos.

Trump está a recorrer aos mesmos poderes que utilizou quando proibiu que cidadãos de diversos países muçulmanos viajassem para os EUA, e que mereceu a anuência do Supremo Tribunal norte-americano.

A medida instala um conjunto de regulamentos aprovados na quinta-feira e que contradiz as leis que estabeleciam a possibilidade de obtenção de asilo, independentemente da forma como os requerentes tenham entrado no país.

“Precisamos de pessoas no nosso país, mas têm que entrar de forma legal e têm de ter mérito”, disse hoje Trump antes da sua partida para Paris, onde vai assistir às cerimónias dos 100 anos do Armistício que pôs termo à Primeira Guerra Mundial.

Responsáveis da administração da Casa Branca citados pela agência Associated Press (AP) referiram que as medidas, que podem enfrentar processos legais, entram em vigor no sábado por pelo menos três meses, e não abrangem as pessoas que já se encontram no país.

A caravana de cerca de 5.000 migrantes com origem nas Honduras, e à qual se juntaram cidadãos de outros países centro-americanos, optou hoje por deixar a Cidade do México em direção a Tijuana (norte, junto à fronteira comum) e quando já percorreu quase um mês da sua rota em direção aos Estados Unidos.

Ao longo deste tempo, outras caravanas com diversas origens e tempos de saída foram acolhidas pela coluna principal, com o objetivo de alcançarem em conjunto a fronteira norte-americana.

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