"O que tinha a fazer sobre esta matéria, está feito", disse Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, à margem de uma iniciativa em Lisboa, e depois de se saber que o chefe de Estado recebe na sexta-feira os representantes das quatro confederações patronais, a poucos dias de o parlamento poder chumbar a descida da TSU para os empregadores, após acordo em concertação social.

"O que foi feito, foi feito. E há que encarar a realidade com normalidade", pediu Marcelo Rebelo de Sousa, para quem "o país está sereno, está calmo, tranquilo".

Questionado sobre as trocas de argumentação política sobre a matéria, o chefe de Estado respondeu: "A política é feita de combates políticos, lutas políticas, debates políticos, agora o país está genericamente sereno, entramos em 2017 como saímos de 2016, serenamente".

Marcelo Rebelo de Sousa recebe ainda na segunda-feira a central sindical UGT, que também subscreveu o acordo alcançado entre o Governo e os parceiros sociais em 22 de dezembro e assinado na terça-feira, adiantou à agência Lusa fonte da Presidente da República.

A redução da TSU dos empregadores em 1,25 pontos percentuais pode ser travada pela Assembleia da República a 25 de janeiro, quando serão debatidas as apreciações parlamentares de BE e PCP para evitar a sua entrada em vigor, em fevereiro.

O PSD também já anunciou que vai votar ao lado do PCP e do BE.

Marcelo Rebelo de Sousa falou com a imprensa depois da entrega da Medalha de Honra da Sociedade de Geografia de Lisboa ao Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP).

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